Andreia diz: "Aqui a gente se abre no nosso caderninho. Todo mundo e curioso: que é que você tem nesse cademinho'. Eu falo 'não, ne'.
Aqui é o único lugar que a gente pode falar o que quer. E tipo expressar nossa voz. O que a gente não pode falar pra guarda, a gente pode falar no nosso caderno".